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Rabiscos e divagações

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Pernambucano, residente no Rio de Janeiro. Analista de Sistemas. Casado, com quatro filhos e um neto.
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Rabiscos e divagações
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wDivagações e citações - Sexta-feira, Setembro 28, 2007


O retorno


     À chegada, o sentimento de despertencimento e estranheza, aos poucos a imersão e o reencontro, a sensação de fazer parte deste mundo e este mundo fazer parte de mim.


MANOEL CARLOS PINHEIRO - Sexta-feira, Setembro 28, 2007
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wDivagações e citações - Segunda-feira, Setembro 24, 2007


Financiamento

     Os principais jornais do país noticiaram: o Banco Mundial financiará o combate à corrupção. Quando a notícia foi lida a bordo do AeroLulla, alguém perguntou: — quanto vamos levar nesta?
     Foi uma gargalhada geral, depois Lula fingiu roncar, afinal ele pode precisar dizer que não viu, não ouviu e não sabia.

Maravilhas do Rio

     Na esteira da eleição das Sete Maravilhas do Mundo, foi realizada uma eleição para a escolha das Sete Maravilhas do Rio, válida para o Estado do Rio de Janeiro. Dentre as sete que votei estão o Museu de Arte Contemporânea de Niterói e os Arcos da Lapa, ambas excluídas das vencedoras.
     É natural que eu tenha escolhido maravilhas diferentes das vitoriosas, nem vou tentar justificar o meu voto, mas admito que não gostei de o Theatro Municipal estar entre as vencedoras. Apesar de ser um importante espaço cultural do Rio de Janeiro, ele não tem a qualidade arquitetônica de outros prédios construídos no Rio de Janeiro no início do século passado, como a Biblioteca Nacional, o Museu Nacional de Belas Artes, o Palácio Mourisco e, especialmente, o demolido Palácio Monroe, projetado pelo General Souza Aguiar, cujo projeto obteve o Grande Prêmio de Arquitetura da Exposição Universal de Saint Louis de 1904, realizada em comemoração ao centenário da incorporação do território da Louisiana aos EUA. Nem comparo o projeto do teatro ao do museu de Niterói, são estilos diferentes. O que questiono não é a arquitetura do Theatro Municipal, mas o fato de o projeto de Francisco de Oliveira Passos e Albert Guilbert não passar de uma cópia projeto de Charles Garnier para a Ópera de Paris. Em vez de reconhecimento público e elogios, a cópia deveria ser tratada como plágio e nada mais.
     Eis uma justificativa de um dos meus votos derrotados.




MANOEL CARLOS PINHEIRO - Segunda-feira, Setembro 24, 2007
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wDivagações e citações - Quarta-feira, Setembro 19, 2007


Pelo celular

     Flora perdeu seu telefone celular. Em vão, tentamos recuperá-lo. Por ser mais sofisticado que a maioria dos celulares, quem o encontrou não se propôs a devolvê-lo, em vez disto, numa das vezes que telefonei para tentar recuperar o telefone, ouvi a pessoa, que provavelmente o encontrou, conversar com outra pessoa e dizer algo como: “se o meu fosse da mesma operadora, eu ficaria com ele, mas sendo da operadora X”. Ao perceber que atendera ao meu telefonema desligou o aparelho. Eu já bloqueara a linha para ligações, então desabilitei o aparelho.
     Se os telefones perdidos fossem desabilitados, larápios e desonestos perderiam o interesse pelos aparelhos alheios. Para desabilitar é simples, basta um telefonema para a operadora, evidentemente, quem telefonar precisa fornecer alguns dados que confirmem a propriedade do aparelho, fornecer o número do aparelho, que consta na nota fiscal e pronto.
     Lamento não ver a cara do “espertinho” quando o aparelho deixou de funcionar, apesar da troca de chip.
     Depois do bloqueio da linha e da inabilitação do aparelho, pode ser comprado um chip resgate, que permite a manutenção da linha anterior e a recuperação, pela internet, dos dados do antigo chip, inclusive agenda telefônica.
     Por isto, fomos a uma loja autorizada. Enquanto éramos atendidos, um cego chegou e pediu um aparelho com comando de voz. Uma atendente relacionou os modelos de que a loja dispunha. Ele pediu as características dos aparelhos relacionados. Ela fez questão de ressaltar as vantagens do número de cores do visor dos aparelhos, da resolução das imagens capturadas pelas câmeras e de outros aspectos visuais dos telefones.
     Como diz Sílvia, minha mulher, é provável que a água distribuída nas cidades brasileiras seja contaminada com algo que torna seus consumidores estúpidos.


Excelência, defina "elite" - Marcelo Otávio Dantas

     Quando alguém me pergunta qual o principal problema do Brasil atual, não hesito em responder: a falta de precisão vocabular. Vivemos sob o império dos sofismas, em que toda ilegalidade tem direito a um eufemismo, todo impostor, livre acesso à honradez, e toda bravata, o status de argumento. Num ambiente semelhante, o debate público, sério e fundamentado, se torna inviável.
     Exemplos existem aos montes, mas talvez nenhum deles seja tão grave quanto a utilização que se vem fazendo do termo "elite". Toda vez que um de nossos
dirigentes precisa livrar-se de acusações, desqualificar opositores ou simplesmente neutralizar qualquer crítica, a palavra "elite" surge como o pecado feito verbo. Ela encarna tudo o que há de ruim e malvado, o dolo em essência, o egoísmo mais nocivo, a traição sempre à espreita.
     Curiosamente, essa "elite" não tem rosto. Ela é sempre o outro, o inimigo, o desafeto, o adversário, o opositor. Em suma: o dissenso. Diz-se pertencer à "elite" o indivíduo ou instituição que ouse questionar os atos do poder.
     Em qualquer língua do planeta, esse substantivo afrancesado -"elite"- inclui o estamento dirigente da nação. Salvo no idioma falado pelos próceres de nossa República. Aqui, ministros de Estado, secretários de governo, parlamentares, magistrados, diretores de bancos e empresas estatais, nenhum se julga parte da "elite". Tampouco são vistos como integrantes da "elite" usineiros heróicos, empreiteiros amigos, marqueteiros audazes ou banqueiros satisfeitos.
     Já o cidadão de classe média que manifesta publicamente o seu desagrado com o Estado de anomia do país é, de imediato, acusado de tramar o eterno retorno das desigualdades sociais e da concentração de renda. A ofensa é absurda, mas poucos se dão conta disso. Ora, quem paga os elevadíssimos impostos que, já de algum tempo, são cobrados no Brasil não pode ser acusado de responsável pelo atraso da nação. Os verdadeiros culpados são aqueles que tomam esses impostos sem investir corretamente na educação do povo e no desenvolvimento de nossas forças produtivas. As "bandas podres" existem, disso não resta a menor dúvida. Mas hoje, tal como ontem, elas vivem em conúbio com o Estado.
     O atual governo não moveu uma palha para mudar tal quadro. Pelo contrário, especializou-se em lotear cargos e apadrinhar o fisiologismo. Além disso, encampou a ortodoxia monetária tucana, continuando a desperdiçar o arrocho fiscal no enriquecimento dos grandes investidores nacionais e estrangeiros. Como pode então que os dirigentes continuem a ver nas vaias de alguns ou nas críticas da imprensa a mão conspiratória da "elite"? Dá vontade de dizer: "Excelência, defina elite!". O uso sofístico do conceito de "elite" teve sua origem em nossa intelectualidade. Foi ela quem ensinou aos atuais homens de poder a conveniente manipulação da antinomia elite-povo e quem primeiro se auto-excluiu da tão odiosa "elite brasileira". Ao passar décadas tratando a "elite" como um bloco monolítico e, sobretudo, ao fazer de conta que um país justo se possa estruturar sem elites técnicas, científicas, intelectuais, políticas, burocráticas, artísticas e econômicas, nossa intelectualidade transformou o conceito em um mero clichê ao dispor das lideranças populistas de viés autoritário. Basta-lhes agora dizer "eu sou o povo" e todo questionamento passa a estar identificado com a insatisfação da "elite reacionária". Basta-lhes repetir "o povo chegou ao poder" e o papel histórico da democracia se cumpre, tornando-se ela um instrumento obsoleto. Para que alternância de partidos se quem está de fora é a "elite"?
     O atual debate sobre a crise aérea espelha à perfeição os efeitos nefastos desse pântano conceitual. Todas as críticas são ditas "provenientes da elite". O próprio tema dos aeroportos em pane e do caos regulatório do setor é tratado como um assunto menor, de exclusivo interesse da "elite". Dois aviões já caíram. Quantos mortos a mais serão necessários para que os governistas de plantão acordem de seu transe?
     Nenhum povo jamais foi redimido pelo sucateamento dos setores de ponta da economia. Em um debate público sério, estaríamos agora discutindo a crônica incapacidade de nossos governos em assegurar a modernização da infra-estrutura do país. Ao insistirmos na utilização oportunista de conceitos, continuaremos enfrentando crise após crise. O Brasil ficará para trás. A pobreza se eternizará E a democracia descerá pelo ralo.

MARCELO OTÁVIO DANTAS , 43, formado em Ciências Econômicas pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), é escritor, roteirista e diplomata de carreira, autor do livro "Três Vezes Mago" (no prelo). É chefe da Divisão de Assuntos Multilaterais Culturais do Ministério das Relações Exteriores.


Texto enviado por Marília Motta.

Bons momentos

     Agradeço a indicação de Agreste feita por Adelaide, de Umbigo do sonho, como um dos que lhe proporcionam bons momentos na blogosfera. Farei a minha lista de cinco indicados.


MANOEL CARLOS PINHEIRO - Quarta-feira, Setembro 19, 2007
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wDivagações e citações - Sexta-feira, Setembro 14, 2007


Maluco Beleza


     Alceu Valença se apresentará hoje, às 18h30 na Praça XV, ao lado do Paço Imperial, no Centro do Rio de Janeiro. Evidentemente, o espetáculo é gratuito e uma boa opção de lazer. Resolvi publicar esta dica aqui e ilustrá-la com uma foto roubada da página oficial do músico de São Bento do Una, Papagaio do Futuro e, sobretudo, do Presente, com tudo a declarar.
     Para minha surpresa, na página oficial de Alceu Valença encontrei a foto que reproduzo aqui. Ao lado de Alceu Valença está o grande violonista Cláudio Almeida, muito conhecido em Pernambuco, como compositor e virtuose ao violão. Eu não consigo chamá-lo de Cláudio Almeida, pois somos amigos de infância, ele é um ano mais velho do que eu e estudamos no mesmo colégio, jogávamos futebol de salão e de campo juntos. Eu o chamo pelo apelido de Cadinha. No ginasial, a hora do recreio, Cláudio saía gritando, “ramu cumê cadinha, cadinha de coco!” É que uma velhinha, Dona Terta, vendia deliciosas cocadas de coco com leite condensado e Cláudio era um dos fanáticos pela cocadinha, eu também, mas foi ele que ficou com o apelido, na época difundido em Pesqueira, mas à medida que Cadinha ganhou notoriedade, as pessoas ficaram constrangidas em chamá-lo pelo apelido. Eu continuo chamando Cadinha e ele me atende muito bem. A única queixa que Cadinha tem de mim é que fiquei de enviar a cópia de uma fotografia de nosso time de futebol, quando éramos adolescentes, eu ainda não a procurei e ele teme que eu encontre uma foto sem ele, que se revezava na ponta direita, ora titular, ora reserva, com Nacional.
     Eu já me referi a ele uma vez, quando demonstrou sua grande amizade por minha família, aqui.

Japoneses no Brasil – II

     A migração japonesa está associada a conjunturas econômicas do Japão. A primeira emigração se deu na crise da Era Meiji, a qual teve início, em 1868, com Meiji Tenno (1852-1912), Mutsuhito para os ocidentais, e terminou em 1912 com a morte de Mitsuhito, quando seu filho e sucessor, Yoshihito, inaugurou a Era Taisho que durou de 1912 até 1926. A Era Meiji foi marcada pela supressão do feudalismo e caracterizada por uma série de mudanças que visavam a adoção de técnicas da Revolução Industrial, tais como: extinção dos feudos e dos privilégios pessoais, através da reforma agrária e da reformulação da legislação do imposto territorial rural; criação de universidades; formação de um gabinete parlamentar (1885); e a promulgação da constituição (1889), que instaurou a monarquia constitucional.
     As mudanças contrariaram interesses dos partidários do antigo regime que se rebelaram (1874-1877) contra a perda de poder. O conflito interno exigiu grandes gastos militares e resultou em inflação, combatida por uma política deflacionária, gerando um período de crise no Japão, em especial no setor rural. A emigração, até então proibida, foi uma das soluções adotadas.
Anterior: Japoneses no Brasil I

Votação

     A votação no Senado evidenciou que o PT é dividido entre a banda podre e o bando ético.
A propósito: a diferença entre as idéias do PT e a AIDS é que a AIDS se passa adiante.


MANOEL CARLOS PINHEIRO - Sexta-feira, Setembro 14, 2007
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wDivagações e citações - Segunda-feira, Setembro 10, 2007


Mamã Negra - Viriato Cruz
(canto da esperança)

      (À memória do poeta haitiano Jacques Roumain)

Tua presença, minha Mãe - drama vivo duma Raça,
Drama de carne e sangue
Que a Vida escreveu com a pena dos séculos!

Pela tua voz
  Vozes vindas dos canaviais dos arrozais dos cafezais dos seringais dos algodoais!...
Vozes das plantações de Virgínia
dos campos das Carolinas
Alabama
      Cuba
            Brasil...
Vozes dos engenhos dos bangüês das tongas dos eitos dos pampas das minas!
Vozes de Harlem Hill District South
            vozes das sanzalas!
Vozes gemendo blues, subindo do Mississipi, ecoando dos vagões!
Vozes chorando na voz de Corrothers:
           Lord God, what will have we done
— Vozes de toda América! Vozes de toda África!
Voz de todas as vozes, na voz altiva de Langston
Na bela voz de Guillén...

Pelo teu dorso
Rebrilhantes dorsos aos sóis mais fortes do mundo!
     Rebrilhantes dorsos, fecundando com sangue, com suor amaciando as mais ricas terras do mundo!
Rebrilhantes dorsos (ai, a cor desses dorsos...)
Rebrilhantes dorsos torcidos no "tronco", pendentes da forca, caídos por Lynch!
Rebrilhantes dorsos (Ah, como brilham esses dorsos!)
ressuscitados em Zumbi, em Toussaint alevantados!
Rebrilhantes dorsos...
     brilhem, brilhem, batedores de jazz
     rebentem, rebentem, grilhetas da Alma
     evade-te, ó Alma, nas asas da Música!
    ...do brilho do Sol, do Sol fecundo
    imortal
    e belo...
Pelo teu regaço, minha Mãe,
     Outras gentes embaladas
     à voz da ternura ninadas
     do teu leite alimentadas
           de bondade e poesia
                 de música ritmo e graça...
     santos poetas e sábios...

     Outras gentes... não teus filhos,
     que estes nascendo alimárias
     semoventes, coisas várias,
     mais são filhos da desgraça:
     a enxada é o seu brinquedo
     trabalho escravo - folguedo...

Pelos teus olhos, minha Mãe
     Vejo oceanos de dor
     Claridades de sol-posto, paisagens
     Roxas paisagens
     Dramas de Cam e Jafé...
Mas vejo (Oh! se vejo!...)
     mas vejo também que a luz roubada aos teus olhos, ora esplende
     demoniacamente tentadora - como a Certeza...
     cintilantemente firme - como a Esperança...
     em nós outros, teus filhos,
     gerando, formando, anunciando -

                 o dia da humanidade


Viriato Cruz nasceu em Porto Amboim, Angola, 1928. Faleceu em Pequim, China, 1973


MANOEL CARLOS PINHEIRO - Segunda-feira, Setembro 10, 2007
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wDivagações e citações - Segunda-feira, Setembro 03, 2007


HAARP

     Em 1980, Estados Unidos e União Soviética assinaram um acordo no qual ambos países se comprometiam em não alterarem o tempo. Quase trinta anos depois, tem sido cada vez mais comum a ocorrência de catástrofes naturais, aparentemente em decorrência da ação humana.
     E a coisa é mais séria do que os órgãos de imprensa noticiam.
     Alguém sabe o que é HAARP? É a sigla de High Frequency Active Auroral Research, um projeto das forças armadas estadunidenses que, dentre outras coisas, objetiva a manipulação climática e do meio ambiente. É pior do que parece.
     Mais informações: aqui, aqui e na página oficial do projeto aqui

Saúde ou doença?

     O orçamento do Programa de Atenção Básica à Saúde, em 2007, é de 7,8 bilhões de reais, metade do que foi destinado em 2006 (15,6 bilhões de reais) ao pagamento de Auxílio-Doença, despesa que deverá crescer em 2007, pois até o momento já foram desembolsados 9,3 bilhões de reais. Há duas causas prováveis: a falta de investimento em saúde e fraudes.
     Mais informações: aqui.

Japoneses no Brasil

     Segundo os registros oficiais, os primeiros japoneses a pisarem em solo brasileiro foram quatro náufragos da Província de Miyagi. Eles foram resgatados por um navio militar russo e desembarcaram em Florianópolis, Santa Catarina, em 21 de dezembro de 1803. Contudo, eles não são considerados imigrantes, apenas em 1908 é que chegaram os primeiros imigrantes japoneses ao Brasil, cento e cinqüenta e oito famílias, totalizando setecentas e oitenta e uma pessoas, saíram de Kobe a bordo do navio Kasato Maru, em 28 de abril, e chegaram a Santos, São Paulo, em 18 de junho.


MANOEL CARLOS PINHEIRO - Segunda-feira, Setembro 03, 2007
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Praia do Porto - Costa Dourada
Litoral Sul de Pernambuco
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Parque das Emas
Goiás - Mato Grosso do Sul
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Chapada dos Guimarães
Mato Grosso
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Serra dos Órgãos
Estado do Rio de Janeiro
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Campos do Jordão
São Paulo
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Provetá - Ilha Grande
Estado do Rio de Janeiro
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Candeias
Jaboatão dos Guararapes
Pernambuco
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Mercado São Josá - Recife
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Piedade
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Pouso Alegre
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Cristo Redentor
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Nascente - Pão-de-Açúcar
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Quinta da Boa Vista
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Zona Norte
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Santa Tereza
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Santa Tereza
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Santa Tereza
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Santa Tereza
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Igreja da Penha
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